sábado, 21 de novembro de 2015

Educação para as relações Étnico-Raciais


Fonte: MEC-BRASIL

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Acesse o parecer PARECER CNE/CEB No:15/2010, aprovado em 01/09/2010.
O parecer trata de

"Orientações para que a Secretaria de Educação do Distrito Federal se abstenha de utilizar material que não se coadune com as políticas públicas para uma educação antirracista". 

Relatora: Profa. Dra. Nilma Gomes. 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Cafundó retrata contradições do Brasil contemporâneo

Carlos Vogt e Peter Fry relançam livro sobre comunidade rural de negros
No final dos anos 1970, o linguista Carlos Vogt e o antropólogo Peter Fry receberam, do então reitor da Unicamp Zeferino Vaz, a incumbência de investigar a veracidade por trás de uma notícia que chegara a ele por meio de um jornalista: a existência de uma comunidade rural de negros que se comunicavam por meio de uma língua africana desconhecida. Os pesquisadores partiram a campo e constataram, para sua surpresa, que a notícia procedia. “Foi inusitado chegar a uma região tão próxima de São Paulo e deparar com uma comunidade usando uma língua, na verdade, um vocabulário de origem africana, de maneira tão ativa e singular”, relembra Vogt. “Chegamos ao local com nossos gravadores de rolo e começamos a gravar a conversa com o líder, Otávio. Reconheci algumas palavras comuns nas línguas africanas”, conta Fry, que já havia feito pesquisas na África.
A comunidade, que ainda existe, chama-se Cafundó e fica em Salto de Pirapora, a cerca de 150 km da capital paulistana. Nela vivem duas parentelas, descendentes de escravos, a dos Almeida Caetano e a dos Pires Pedroso, totalizando cerca de 80 pessoas, que utilizavam em seu cotidiano a língua, denominada “cupópia”.
Durante pelo menos dez anos (1978 a 1988), Vogt e Fry frequentaram o Cafundó, dedicando-se ao estudo da comunidade e da língua. Os resultados da pesquisa se transformaram em vários artigos e, em 1996, no livro “Cafundó – A África no Brasil”, cuja segunda edição acaba de ser publicada pela Editora da Unicamp e será lançada 16 de abril, no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL).
Mais do que observadores, o contato com a comunidade acabou transformando os pesquisadores em personagens de um enredo que, de certa forma, reproduz as complexidades e tensões da sociedade brasileira contemporânea.
Leia aqui a matéria completa do Jornal da Unicamp

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Livro: A Temática Indígena na Escola

A história brasileira tem cristalizado certas representações equivocadas sobre os índios. Representações tais, distantes da realidade em que vivem e da sua diversidade cultural.

Acreditando na escola como pólo de difusão cultural, esse livro traz uma ótima contribuição para os educadores sobre a temática indígena para ser trabalhada nas escolas. Reúne as contribuições de vinte e dois autores, referentes a mais de duzentos povos indígenas que habitam o Brasil. Promove reflexões diversas sobre os povos indígenas, suas histórias, concepções de mundo, e a importância do respeito mútuo e aceitação das diferenças étnico-culturais.

Arte e Cultura – Turma da manhã – Grupo:

Lusimeire Santos do Nascimento

Maria Betânia da Silva

Samilla Alvim Tibúrcio

Talita Christian

sábado, 10 de dezembro de 2011

Literatura Infantil: Uma aliada para trabalhar as questões raciais na escola

Há alguns dias atrás, li, aqui no blog, uma postagem da Pryscila Duarte falando sobre o livro Menina Bonita do Laço de Fita, de Ana Maria Machado. A Pryscila recomendava a leitura dele e dizia sobre a sua importância para trabalhar as questões raciais com os alunos.
Já havia lido este livro e, recentemente, li novamente para os meus alunos (turma de 1º ano). Foi muito bom levá-lo para escola e poder, através dele, fazer com que os meus alunos refletissem sobre as questões raciais e as diferenças.
Além do livro, levei para escola um vídeo, que achei no you tube, sobre o livro, na verdade é a história, mas em vídeo.
Enquanto educadores, devemos lançar mão de obras como essas, e fazer delas nossas aliadas.

Abaixo segue o link do vídeo.
Vale a pena assisti-lo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Estado do Rio de Janeiro terá Plano Estadual de Promoção da Igualdade Racial

 ATOS DO PODER EXECUTIVO
DECRETO Nº 43.297 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2011
INSTITUI A CÂMARA TÉCNICA PARA REVISÃO
E IMPLANTAÇÃO DO PLANO ESTADUAL
DE PROMOÇÃO DE IGUALDADE RACIAL
E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
no uso de
suas atribuições constitucionais e legais, e tendo em vista o que
consta do Processo nº E-23/2038/2011,
DECRETA:
Art. 1º -
Fica instituída, no âmbito do Poder Executivo Estadual, sem
aumento de despesa, CÂMARA TÉCNICA com a finalidade de revisão
e implantação do PLANO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DE
IGUALDADE RACIAL.
Art. 2º - A Câmara Técnica será composta de 28 (vinte e oito) membros,
com a participação de representantes dos seguintes órgãos e
entidades:
I - Universidades Públicas do Estado do Rio de Janeiro com
trabalho sobre políticas públicas de promoção da igualdade racial;
II - Organizações da sociedade civil com renomada expertise
e trabalho sobre a promoção da cidadania e combate ao racismo;
III - Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro;
IV - Órgãos do Governo no âmbito da Administração Pública
Estadual.
Parágrafo Único:
Os membros da Câmara Técnica não receberão
nenhum tipo de remuneração, sendo o exercício de suas funções considerado
como relevantes serviços prestados ao Estado.
Art. 3º -
A Câmara Técnica será coordenada pela Superintedência de
Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos
Humanos.
Art. 4º -
No prazo de 15 (quinze) dias a Secretaria de Estado de Assistência
Social e Direitos Humanos, com o auxílio de sua Superintendência
de Igualdade Racial, regulamentará, por Resolução, o presente
Decreto, estabelecendo os atos necessários para composição
da Câmara Técnica, dando a devida publicidade dos seus atos.
Art. 5º -
No prazo de 90 (noventa) dias, contados da edição deste
Decreto, a Câmara Técnica deverá apresentar ao Governador do Estado
o seu relatório final, respeitando os objetivos estabelecidos no
art. 1º deste Decreto.
Art. 6º -
Este Decreto entrará em vigor na data da sua publicação.
Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2011.
                SÉRGIO CABRAL.

Funcionária diz ter sido discriminada em colégio de SP por cabelo crespo

Diretora afirmou, que padrão do colégio é cabelo liso. Estudante de 19 anos é estagiária em colégio da Zona Sul da capital.

A estudante de pedagogia Ester Elisa da Silva Cesario, de 19 anos, afirma que foi discriminada no colégio em que trabalha como estagiária no Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, por conta do seu cabelo crespo. O caso, de acordo com Ester, aconteceu em novembro. O colégio diz que a situação é um mal-entendido. A estudante prestou queixa na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) e seguia trabalhando nesta quarta-feira (7).

Segundo Ester, a diretora do Colégio Internacional Anhembi-Morumbi disse a ela que cabelos crespos não representavam a escola. "Ela me falou que o padrão é cabelo liso, que ela teve que alisar para manter a 'boa aparência'." A estudante fazia visitas monitoradas ao colégio com pais. A história foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quarta.

Em nota, a direção da escola afirma que ela "e o restante da equipe de funcionários com a qual nossa estagiária trabalha nunca teve a intenção de causar qualquer constrangimento".

Para Cleyton Wenceslau Borges, advogado de Ester e membro da União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora (UNEafro), o racismo acontece tanto de formas diretas como indiretas. "Não há dúvidas de que quando é feita uma associação do cabelo crespo em contraponto ao cabelo liso, isso quer dizer que o cabelo liso é o correto, o bonito, o padrão", afirmou.

De acordo com Borges, uma investigação criminal já está em andamento.Também serão exigidas indenizações nas áreas trabalhista e cível por ofensa à dignidade e à honra como mulher negra, além de abalo psicológico.

De acordo com a professora Mercedes Vieira, conselheira do colégio, a situação foi uma falha de comunicação. "O padrão do departamento é usar cabelo preso, camiseta do colégio e calça jeans. Se a escola fosse preconceituosa, nós nem a teríamos contratado", justificou.


Fonte: G1

CAPOEIRA

CURIOSIDADES:

  • Você sabia que a capoeira, que é popularmente conhecida como uma modalidade de dança e luta, é um esporte reconhecido mundialmente ?
  • A capoeira é um esporte que sofre modificações de acordo com cada região brasileira.
  • Atualmente, ela é praticada por todas as faixas etárias.
  • Pessoas com deficiências físicas e/ou mentais são beneficiadas com a prática da capoeira.

RESPONSÁVEIS: ( Turma da noite)
Fátima S. de Andrade
Luciene Costa
Mônica Belísio