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domingo, 10 de setembro de 2017

A superpotência africana que chegou a conquistar o Egito, mas foi esquecida pela história



A grande pirâmide de Gizé, no Cairo, é considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo.


Mas quem segue o curso do rio Nilo e viaja rumo ao sul, no território onde hoje é o Sudão, se depara com milhares de construções similares, que pertenceram ao reino de Kush (ou Cuche).


Kush foi uma superpotência africana e sua influência se estendeu até o atual Oriente Médio.


O reino existiu por centenas de anos e, no século 8º antes de Cristo, conquistou o Egito, também na África, governando-o por décadas.


E o que restou dessa civilização é impressionante.

 
Reis aksumitas controlavam comércio no mar Vermelho
Leia a reportagem completa na BBC Brasil


domingo, 4 de dezembro de 2011

O porquê da escravidão dos africanos no Brasil

Estava lendo a revista Nova Escola, de outubro deste ano, e achei uma matéria muito interessante sobre a escravidão dos africanos no Brasil e como este fator marcou e ainda marca a nossa sociedade.
A matéria objetiva auxiliar professores a trabalharem a questão em sala de aula.
Leia a matéria no link abaixo:


http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/africanos-foram-escravizados-brasil-646493.shtml

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A Girl Like Me - Legendado em português


"Para essa jovens adolescentes norte americanas, cor é muito mais que a pele. É assim que elas se definem diante das câmeras. Um curta brilhante legendado pela equipe do projeto Bem-Me-Quer, para que professores e demais educadores possam utilizar em sala de aula com seus alunos estimulando o debate e a reflexão sobre o tema."

Fonte: Binside TV

domingo, 2 de outubro de 2011

A África na literatura para crianças: por uma estética do cabelo


A África na literatura para crianças: por uma estética do cabelo
Ninfa Parreiras
De origem, de influência, de temática africana, o certo é que há uma literatura que tem abordado a África e tudo o que pode se atribuir a ela: a diversidade, a multiculturalidade, as etnias, as tradições milenares, as artes, a culinária, os rituais… Mas para falar da África, de uma cultura multifacetada, não podemos esquecer que falamos de um continente antigo, com extensões gigantescas, de tradições culturais variadas, de muitos países, povos, línguas, dialetos, tribos, religiões. A África são muitas Áfricas! A África são muitos povos!
A produção de obras literárias para crianças e jovens se insere no que podemos chamar de um mercado editorial, em que os editores produzem para atender ou criar demandas. E os professores e pais e outros adultos adquirem as obras, por compra ou empréstimo, até que o livro chegue às mãos dos pequenos. Na verdade, há uma grande feira de livros, onde podemos escolher o que há de melhor para as nossas crianças.
Há textos de autoria de escritores africanos, cuja temática principal não é a África; há outros com abordagens étnicas e culturais sobre esse continente. Dentre os textos de autores brasileiros, alguns privilegiam a África, outros trazem personagens negras e situações bastante estereotipadas sobre o povo africano.
Leia a matéria completa em BUALA - CULTURA CONTEMPORÂNEA AFRICANA

Nova África - TV Brasil

A série Nova África mostra imagens e histórias do continente africano que pouca gente viu ou ouviu. Apresentada pela jornalista Aline Midlej, a série tem 26 programas temáticos, mostrando a diversidade natural da África, visitando parques, navegando em lagos e rios, atravessando regiões em que estejam patrimônios naturais do continente. A série dá destaque a alguns povos africanos, especialmente àqueles ligados à origem de nossos ancestrais, como os ioruba da Nigéria e do Benin, os que no Brasil foram chamados de “malês” e alguns povos da língua bantu, aqui chamados de “angolas” e “carabindas”, vindos do passado do comércio escravo, que era feito pelo Brasil.


Acesse a série na TV Brasil

sábado, 1 de outubro de 2011

Histórias em Quadrinhos da África: a pujança de um continente

Por Sonia M. Bibe Luyten (21/05/2004)
Africa Comics, uma antologia italiana
sobre o tema
O interesse pelos quadrinhos africanos - sejamos descendentes ou não de um de seus povos que formaram nossa nação - é algo que qualquer brasileiro tem. Falar sobre as HQs da África, como um todo, seria um sacrilégio, pela enormidade de sua extensão geográfica e as culturas multifacetadas que abrigam. Mas é preciso começar por um ponto de partida.

Apesar de não estarem mencionados nas grandes enciclopédias (que se dizem completas), livros e artigos sobre a produção internacional, os quadrinhos africanos sempre existiram e ainda existem em certos países, com uma produção marcante.

Desde que visitei, há alguns anos, nações da África como Angola, Moçambique, África do Sul, Zimbábue (antiga Rodésia), Namíbia e, recentemente, a Tunísia, tenho pesquisado sobre este tema e recolhido material em muitos festivais internacionais em outros países, para que pudesse ter uma idéia de sua história, trajetória e seus heróis.

Todos nós conhecemos muito mais sobre as HQs que têm como cenário a África do que propriamente daquilo que se publica naquele imenso continente, composto por 52 países de etnias, culturas e religiões tão diversas.

Na maioria das vezes, as informações e imagens dos quadrinhos nos chegam através do exótico, da informação estereotipada e preconceituosa, seja do ponto de vista europeu, americano, asiático e até mesmo brasileiro. Nas aventuras que têm como cenário a África, o continente é mostrado como um lugar misterioso, sem fronteiras definidas, onírico, mítico, legendário, romântico mas também paupérrimo, primitivo e sem cultura.

Mesmo no Brasil, por mais que os livros escolares atuais tentem mudar ou apagar a triste memória da escravidão que só provocou danos na auto-imagem dos afro-brasileiros, a arquitetura colonial das antigas fazendas está ainda aí para testemunhar, por meio da senzala e dos poços de tortura, as atrocidades que foram cometidas contra o povo africano.

Ainda hoje, contudo, os prédios de apartamentos são construídos com a presença do quartinho de empregada e do elevador de serviço, como símbolos da servidão. Não é fácil, portanto, tirar, de uma hora para outra, este "rótulo" do imaginário dos desenhistas e roteiristas brasileiros que se inspiram na cultura negra para criar um quadrinho tendo o descendente africano como seu herói, sem cair na dicotomia do tipo agressor (justiceiro) ou do eterno sofredor.

A tradição africana de quadrinhos (continua... acesse aqui a matéria completa)

Fonte: Universo HQ

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Unesco e as Relações Étnico-Raciais

Pessoal,

Boa noite! Segue um post que requer um pouquinho mais de tempo e atenção para ser lido. Encontrei estas notícias bastante interessantes no site da Unesco. Eu não sabia, e acredito que muitos também não. 2011 foi eleito o ano internacional dos afrodescendentes, o que resultou em uma série de comemorações pelo país afora, como é possível ver neste link:


O site da Unesco também possui uma variedade de informações sobre relações étnico-raciais e sobre a história da África. Inclusive, foi elaborado um material que foi recentemente traduzido para o Português do Brasil e que está disponível online para download em formato .pdf, chamado 'Coleção História Geral da África', com oito volumes. Está disponível no seguinte link:


"(...)Além de apresentar uma visão de dentro do continente, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza. Para disseminar entre a população brasileira esse novo olhar sobre o continente, a UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa em português da Coleção, considerada até hoje a principal obra de referência sobre o assunto." (http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/special-themes/ethnic-and-racial-relations-in-brazil/general-history-of-africa/#c155008)

Seguem outros links que vale a pena conferir:

Relações Étnico-Raciais - Prevenção da discriminação no Brasil: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/special-themes/ethnic-and-racial-relations-in-brazil/


sábado, 27 de agosto de 2011

Tráfico Negreiro

Esse vídeo trabalha a questão do tráfico negreiro, do André o famoso zumbi do Palmares e entre outras coisas. Ele se encontra de maneira bem dinâmica e didática ,podendo até ser utilizado dentro da sala de aula!


terça-feira, 23 de agosto de 2011

África e Africanidades

Bom dia pessoal, este é um site muito legal sobre a cultura e história afrodescendente no Brasil e no Mundo. Há vários textos e artigos muito interessantes neste site. Gostaria que vocês dessem uma olhada depois. É um boa referência pra iniciarmos esse trabalho com o nosso blog.


domingo, 21 de agosto de 2011

O tempo dos povos africanos




Para aproximar ou reduzir a imagem use o duplo clique, a rolagem do mouse, ou os botões na tela. Para mover a imagem, basta arrastar.

Esta peça ilustra como os africanos produziram cultura e conhecimento, em soberania e liberdade, estendendo sua influência em todo o mundo durante milênios antes de sua escravização nas Américas. Conta com um Suplemento Didático ilustrado de 52 páginas.

Concepção, pesquisa e autoria da professora Elisa Larkin Nascimento. Principais ilustrações do fotógrafo Chester Higgins Jr., design gráfico de Maria de Oliveira.
Fonte: Ipeafro


Conheça o IPEAFRO

O Instituto de Pesquisas e Estudos Afro Brasileiros, no Rio de Janeiro, visa cooperar com a população negra para recuperar sua história e valores culturais e para manter e expandir o respeito à sua identidade, sua integridade e sua dignidade étnica e humana. Atua nas áreas de ensino, pesquisa, cultura e documentação.

História Geral da África

Em 1964, a UNESCO dava início a uma tarefa sem precedentes: contar a história da África a partir da perspectiva dos próprios africanos. Mostrar ao mundo, por exemplo, que diversas técnicas e tecnologias hoje utilizadas são originárias do continente, bem como provar que a região era constituída por sociedades organizadas, e não por tribos, como se costuma pensar.

Quase 30 anos depois, 350 cientistas coordenados por um comitê formado por 39 especialistas, dois terços deles africanos, completaram o desafio de reconstruir a historiografia africana livre de estereótipos e do olhar estrangeiro. Estavam completas as quase dez mil páginas dos oito volumes da Coleção História Geral da África, editada em inglês, francês e árabe entres as décadas de 1980 e 1990.

Além de apresentar uma visão de dentro do continente, a obra cumpre a função de mostrar à sociedade que a história africana não se resume ao tráfico de escravos e à pobreza. Para disseminar entre a população brasileira esse novo olhar sobre o continente, a UNESCO no Brasil, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), viabilizaram a edição completa em português da Coleção, considerada até hoje a principal obra de referência sobre o assunto.

O objetivo da iniciativa é  preencher uma lacuna na formação brasileira a respeito do legado do continente para a própria identidade nacional.